IDC e Gardner: Smartphones no Brasil e Mundo

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IDC e Gardner: Smartphones no Brasil e Mundo

Mensagem  rocumback em Seg Ago 16, 2010 9:35 pm


O Gardner e o IDC publicaram pesquisas que revelam como está a competição do mercado de smartphones no Brasil e no mundo. Ambos institutos de pesquisa apontam o crescimento de 50% no mercado de smartphones que segue liderado pela Nokia (38,1%), RIM (17,8%), Apple (13,3%), HTC (7,6%) e Samsung (4,8%). O crescimento do segmento foi benéfico especialmente à HTC que passou a incorporar a lista dos dez maiores fabricantes de celulares (sim:? incluindo featurephones e dumbphones) no mundo.




Mundialmente o Symbian ainda lidera o mercado de smartphones com 41,2% d emarketshare (10% menos que no mesmo período do ano passado) e, apesar do segundo lugar ocupado pela RIM (Blackberry OS) possuir uma “diferença folgada” com o Android no terceiro lugar, não é possível ignorar o crescimento avassalador deste sistema operacional no último ano: passando de 1,8% de participação para 17,2% – 3% acima da Apple.



O comportamento do mercado brasileiro aproxima-se (mas não se iguala) ao mercado mundial quando o assunto são celulares: Nokia segue em primeiro, seguida de Samsung, LG, Motorola, “Outros”, Sony, RIM, Alcatel (uma surpresa), Apple, ZTE, HTC, etc. OS três primeiros lugares são óbvios, mas as diferenças com a primeira pesquisa refletem que o público brasileiro é ainda mais adepto dos dumbphones/featurephones que dos smartphones. É claro: não é uma questão de escolha, mas sim de preço. Apenas como um exemplo: o Apple iPhone nos Estados Unidos representa um custo de 10% do salário médio de um vendedor, enquanto no Brasil, ainda que subsidiado, ele pode representar 250% de seu ganho mensal.



Ainda dentro da Apple no Brasil, um dado interessante: apesar do mercado brasileiro de celulares ter crescido 11% no período, o iPhone teve sua participação reduzida de 17,2% para 8,5% – o que claramente significam desistências no uso aparelho. Uma hipótese é de que antigos usuários do iPhone 2G/3G não tenham migrado para o iPhone 3G/3GS, optando por modelos/planos mais baratos. Outra possibilidade é que o mercado está chegando a um grau de saturação gerado pelos ainda altos valores dos smartphones em relação à renda média do trabalhador brasileiro.

rocumback

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